A Reforma

A reforma do planeta se dará por dois caminhos conhecidos, ao mesmo tempo:

Pelo amor e pela dor.

Pelo caminho do amor, mediante a consciência. De que devemos buscar a plenitude da nossa existência, individual e coletiva, unindo corpo e alma, através da mente lúcida. Missão básica dos projetos da
OBRA.

Quem tem consciência aceita a realidade, porque a compreende e passa a lidar com ela.

O Mundo Melhor, resultado da grande reforma que se aproxima, será um local onde todos os povos e seus meio-ambientes viverão em harmonia dinâmica visando dois objetivos: permanecer e evoluir em harmonia dinâmica e, assim, elevar a raça humana à sua plenitude.





Obteremos esse resultado obedecendo fielmente a apenas duas leis:

Liberdade e igualdade.

1) Todo cidadão do planeta precisará SER e ESTAR livre para buscar a plenitude pessoal: o espírito manifestado no corpo, através da mente consciente e lúcida.

2) Qualquer cidadão terá igual oportunidade.

Desde já, todo e qualquer projeto, seja pessoal, familiar, institucional, sócio-político ou governamental, cuja essência contemple, solidamente, estas duas leis básicas estará promovendo a reforma para o Mundo Melhor, pois estará ressonante ao que vem, à nova era, à nova onda, à "nova ordem mundial", ao "Reino de Deus".

Alguns perguntariam: "e a fraternidade?"

Pelo caminho da dor, ainda que não só por ele, exerceremos a fraternidade.


A humanidade já demonstrou, plenamente, sua capacidade de ser fraternal diante da dor. Principalmente das lancinantes.

Então, assim será:

Por meio dos quatro elementos básicos que geraram e sustentam a vida no planeta - fogo, terra, ar e água, e suas combinações - o planeta fará, por si, o início das reformas que, afinal, lhe estão predestinadas. Os profetas apenas as perceberam e transmitiram.

O tsunami na Ásia, em 24 de dezembro de 2004, por exemplo, foi uma combinação de terra e água se acomodando diante de uma alteração de posicionamento. Trouxe muita dor. E fraternidade.

No entanto, trouxe consciência também. De que somos frágeis e devemos ter humildade diante das manifestações da natureza. Manifestações que desconhecemos ou desconsideramos, mas que existem e vêm à tona.

E é exatamente o mesmo movimento que devemos fazer com as nossas vidas, para evitar a dor.

Após reflexão, auto-análise e conclusão - posturas estimuladas pelos projetos e serviços da
OBRA - sermos humildes diante das manifestações da nossa natureza interna e mudarmos o posicionamento dos elementos básicos que sustentam a nossa vida externa, para que possamos evoluir em busca da plenitude. Em vida. Nesta vida.

Para tanto, precisaremos estar livres. Em corpo, mente e alma.

E permitir aos que nos rodeiam a mesma oportunidade. Pais, filhos, irmãos, cônjuges, sócios, empregados, parceiros, amigos e vizinhos.

Fraternalmente.



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